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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Paris, a cidade maravilhosa dos fumantes...
Realmente, estava frio, não tão insuportável quanto eu imaginava, mas estava frio. Minhas impressões positivas começaram logo na hora de pegar o trem para o centro da cidade. Compramos as passagens, guardamos os bilhetes no bolso e embarcamos no trem sem qualquer tipo de fiscalização ou conferência dos bilhetes, e com um detalhe, o lugar onde se compram as passagens é muito afastado da área de embarque, resumindo, é perfeitamente possível embarcar sem comprar o bilhete, vai da índole do passageiro, e caráter pelo visto, não é um problema por aqui. O estado de conservação do trem também era impressionante, janelas limpas e sem nenhum arranhão, sem falar dos bancos estofados, que mais pareciam sofás.
Chegando em Paris, chamou minha atenção a quantidade de bitucas de cigarro no chão, e concomitantemente, a falta de lixeiras nas ruas. Os parisienses fumam demais, e o resultado da falta de lixeiras é um monte de bitucas no chão.
O tour pela cidade foi a pé. Eu e minha namorada andamos, andamos e andamos.
Primeira parada? Torre Eiffel, lógico! Bonita, vistosa, sem graça! Acho que o fato de te-la visto tantas vezes em fotos, e de saber que quase foi demolida 10 anos depois de sua construção, pela sua "inutilidade", acabaram por tirar um pouco da magia do monumento. O que salvou a torre da demolição foi o fato de ela servir como torre transmissora de rádio e TV.
Diferentemente da minha impressão sobre a Torre em si, o local onde ela está situada realmente é muito bonito, com árvores diferentes de tudo o que já vi no Brasil, e com um cenário peculiar, torna válida a visita.
O Arco do triunfo, esse sim impressionou, mas devido a minha "experiência profissional", antes de avaliar a beleza e magnitude da obra, fui obrigado a pensar que alguém se ferrou muito para construir aquele momumento!
Chegando em Paris, chamou minha atenção a quantidade de bitucas de cigarro no chão, e concomitantemente, a falta de lixeiras nas ruas. Os parisienses fumam demais, e o resultado da falta de lixeiras é um monte de bitucas no chão.
O tour pela cidade foi a pé. Eu e minha namorada andamos, andamos e andamos.
Primeira parada? Torre Eiffel, lógico! Bonita, vistosa, sem graça! Acho que o fato de te-la visto tantas vezes em fotos, e de saber que quase foi demolida 10 anos depois de sua construção, pela sua "inutilidade", acabaram por tirar um pouco da magia do monumento. O que salvou a torre da demolição foi o fato de ela servir como torre transmissora de rádio e TV.
Diferentemente da minha impressão sobre a Torre em si, o local onde ela está situada realmente é muito bonito, com árvores diferentes de tudo o que já vi no Brasil, e com um cenário peculiar, torna válida a visita.
O Arco do triunfo, esse sim impressionou, mas devido a minha "experiência profissional", antes de avaliar a beleza e magnitude da obra, fui obrigado a pensar que alguém se ferrou muito para construir aquele momumento!
Chegada em Paris
Cheguei em Paris, desci do avião e ao chegar no saguão do aeroporto todos percebi que todos ficavam olhando para mim, também pudera, estava bastante frio e eu ainda estava apenas de camiseta, então coloquei uma blusa para chamar menos atenção.
Esperei minha mala, esperei, esperei, e nada... Devido o tempo reduzido de conexão em Madrid, minha mala não veio no mesmo avião. Minha sorte foi minha namorada ter vindo me receber no aeroporto, fui com ela no guichê de atendimento e quando a atendente começou a vomitar palavras em francês fiquei mudo. Bom, na realidade eu falei um "hã?", nisso minha namorada começou a falar com a atendente em francês, e não me pergunte o que rolou, mas eu recebi um papel impresso com um número de protocolo e o número do meu voô.
Depois compramos duas passagens de trem para o centro de Paris e comecei definitivamente meu tour pela cidade mais visitada do mundo.
Esperei minha mala, esperei, esperei, e nada... Devido o tempo reduzido de conexão em Madrid, minha mala não veio no mesmo avião. Minha sorte foi minha namorada ter vindo me receber no aeroporto, fui com ela no guichê de atendimento e quando a atendente começou a vomitar palavras em francês fiquei mudo. Bom, na realidade eu falei um "hã?", nisso minha namorada começou a falar com a atendente em francês, e não me pergunte o que rolou, mas eu recebi um papel impresso com um número de protocolo e o número do meu voô.
Depois compramos duas passagens de trem para o centro de Paris e comecei definitivamente meu tour pela cidade mais visitada do mundo.
Correria em Madrid
Após umas 10 horas de voô, e de ser atendido por aeromoças que só falavam espanhol, desembarcamos em Madrid. Porém um atraso na decolagem em Guarulhos, fez com que o meu tempo de conexão em Madrid fosse inferior a 40 minutos. Saí correndo do avião, e no aeroporto já senti o frio da Europa, mas devido a pressa, fiquei de camiseta mesmo.
Era madrugada em Madri e o Aeroporto estava completamente vazio. A imigração que era meu maior receio, foi extremamente rápida e tranquila, precisei apenas apresentar passaporte e passagem de retorno. Depois corri para o balcão de informações e perguntei "please gate K-73" (inglês fluente o meu heim), o cara me respondeu alguma coisa e apontou a direção. Foi o suficiente. O aeroporto é totalmente sinalizado, também pudera, é imenso, precisei pegar um mini-metrô para chegar no portão de embarque, passei mais uma vez pelo detector de metais e embarquei rumo a Paris. Eu Já estava ficando craque nesse negócio de viajar de avião.
Era madrugada em Madri e o Aeroporto estava completamente vazio. A imigração que era meu maior receio, foi extremamente rápida e tranquila, precisei apenas apresentar passaporte e passagem de retorno. Depois corri para o balcão de informações e perguntei "please gate K-73" (inglês fluente o meu heim), o cara me respondeu alguma coisa e apontou a direção. Foi o suficiente. O aeroporto é totalmente sinalizado, também pudera, é imenso, precisei pegar um mini-metrô para chegar no portão de embarque, passei mais uma vez pelo detector de metais e embarquei rumo a Paris. Eu Já estava ficando craque nesse negócio de viajar de avião.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Viagem de férias...
Coloquei em prática o plano de viajar para a Europa, tendo-se que não é necessário visto para um período de estadia inferiores a 3 meses. E Escolhi Paris como cidade de desembarque.
Através do site www.decolar.com verifiquei qual a empresa aérea estava oferecendo o menor custo. O melhor custo e menor tempo de viagem era composto por um trecho Curitiba-SaoPaulo pela TAM seguido de outros dois trechos SaoPaulo-Madrid e Madrid-Paris, pela compnhia aérea IBÉRIA.
A viagem foi tranquila. Em Curitiba fiz o check-in no guichê da TAM, solicitei a atendente assento na janela e o mais a frente possível, e como haviam assentos disponíveis na classe executiva, viajei de 1a Classe. Em Guarulhos, passei no guichê da IBÉRIA e peguei as duas passagens, referentes aos dois trechos, Guarulhos-Madrid e Madrid-Paris.
O horário de embarque é cerca de duas horas antes do voô, todavia é interessante não perder tempo, e embarcar no horário previsto pois a fila da emigração pode lhe consumir um tempo precioso.
Tive a "sorte" de ser barrado na área onde é preciso passar pelos detectores de metal. Eu havia guardado o tripé da câmera fotográfica na bagagem de mâo (fechado é igual a uma barra de alumínio de 30cm). Por se tratar de um "objeto perfurante" eu tinha duas possibilidades: ou jogava ele fora, ou despachava ele com as outras bagagens. A moça que trabalhava na fiscalização ainda explicou que muitos passageiros piravam quando eram informados de que não podiam levar na bagagem-de-mão banners ou semelhantes (provavelmente usados em apresentações e trabalhos), quando esses possuíam hastes de metal ou madeira.
Retornei ao Guichê da IBÉRIA e expliquei a situação para a atendente. Ela conseguiu uma caixa onde o tripé foi guardado e despachado como bagagem.
Voltei a área de embarque. Na emigração tive de apresentar passaporte e passagem de retorno, e depois embarquei no avião, destino Madrid.
Continua em "Correria em Madrid".
Através do site www.decolar.com verifiquei qual a empresa aérea estava oferecendo o menor custo. O melhor custo e menor tempo de viagem era composto por um trecho Curitiba-SaoPaulo pela TAM seguido de outros dois trechos SaoPaulo-Madrid e Madrid-Paris, pela compnhia aérea IBÉRIA.
A viagem foi tranquila. Em Curitiba fiz o check-in no guichê da TAM, solicitei a atendente assento na janela e o mais a frente possível, e como haviam assentos disponíveis na classe executiva, viajei de 1a Classe. Em Guarulhos, passei no guichê da IBÉRIA e peguei as duas passagens, referentes aos dois trechos, Guarulhos-Madrid e Madrid-Paris.
O horário de embarque é cerca de duas horas antes do voô, todavia é interessante não perder tempo, e embarcar no horário previsto pois a fila da emigração pode lhe consumir um tempo precioso.
Tive a "sorte" de ser barrado na área onde é preciso passar pelos detectores de metal. Eu havia guardado o tripé da câmera fotográfica na bagagem de mâo (fechado é igual a uma barra de alumínio de 30cm). Por se tratar de um "objeto perfurante" eu tinha duas possibilidades: ou jogava ele fora, ou despachava ele com as outras bagagens. A moça que trabalhava na fiscalização ainda explicou que muitos passageiros piravam quando eram informados de que não podiam levar na bagagem-de-mão banners ou semelhantes (provavelmente usados em apresentações e trabalhos), quando esses possuíam hastes de metal ou madeira.
Retornei ao Guichê da IBÉRIA e expliquei a situação para a atendente. Ela conseguiu uma caixa onde o tripé foi guardado e despachado como bagagem.
Voltei a área de embarque. Na emigração tive de apresentar passaporte e passagem de retorno, e depois embarquei no avião, destino Madrid.
Continua em "Correria em Madrid".
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
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